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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Repelente caseiro a base de cravo da india
Ingredientes:
200 ml de álcool de cereais
1 pacote de cravo da Índia (10 gr)
30 ml de óleo para o corpo (pode ser de calêndula, amêndoa ou Johnson)
Como fazer:
Coloque o cravo e o alcool em um frasco que não seja translúcido e o feche bem. É importante que a solução não pegue luz.
Deixe curtir por 4 dias, agitando o frasco 2 vezes por dia, uma vez pela manhã e outra a noite. No quarto dia, retire o cravo e acrescente o óleo aromatizado.
Dica: por ser caseiro, o efeito deste repelente tem uma duração mais curta do que os encontrados à disposição no mercado. Reaplique sempre que necessário (aproximadamente a cada duas horas)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
10 fatos comprovados cientificamente
sexta-feira, 16 de março de 2012
Death to the environment: they deforest the Amazon.
VETA DILMA!!!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Cigarro eletrônico - funcionamento prejudicial
O cigarro eletrônico libera nicotina pura.
Fonte: Brasil Escola
Um aparelho desenvolvido com uma alta tecnologia pode se transformar em mais uma arma para as pessoas que querem parar de fumar. O cigarro eletrônico funciona da mesma forma que os adesivos e chicletes de nicotina, entregando aos poucos a substância ao fumante.
A principal diferença do cigarro eletrônico em relação aos outros produtos é a simulação do ato de fumar, ou seja, a mesma sensação sem causar danos e que pode até ajudar as pessoas a largar o vício. O dispositivo mantém o usuário livre das substâncias tóxicas e cancerígenas, como cádmio, arsênio e muitas outras.
Essa novidade já está à venda em sete países e consiste em um cigarro sem fumo, ele emite fumaça, mas de vapor. O aparelho contém um líquido composto por nicotina pura, essa solução é aquecida por um circuito elétrico e se transforma em vapor, que é tragado pelo fumante. Esse vapor só contém água e nicotina, por isso o cigarro eletrônico reduz o risco de câncer. Teoricamente a nicotina não causa câncer, mas é a substância que faz com que o usuário se vicie, e neste novo cigarro ela é encontrada em proporções equivalentes a 20 cigarros tradicionais.
Estrutura do aparelho:
Botão liga-desliga: o acionamento desse botão ativa o processo.
Bateria: é recarregável, ou seja, o fumante pode obter a recarga de uma tomada comum.
Câmara de vaporização: contém uma resistência elétrica e um microchip que controla o processo. É nessa câmera de vapor que vai ocorrer a vaporização da solução química.
Cartucho: nesta parte do cigarro vai ficar armazenado o vapor que contém nicotina.
Boquilha: é o orifício por onde irá passar o vapor.
Funcionamento:
Acendimento: o usuário aperta o botão (liga-desliga) e a resistência elétrica é ativada para aquecer a câmara de vaporização.
Tragada: quando o fumante traga através da boquilha, o chip controlador dá ordem à resistência e essa aumenta a temperatura.
Fumaça: com o calor intenso a solução química passa para o estado de vapor, este é rico em nicotina que sai pela ponta do cigarro e é aspirado pelo fumante.
Segundo os fabricantes, o cigarro eletrônico possui a vantagem de não afetar pessoas que estão em volta (os fumantes passivos) e ainda pode ser utilizado em locais de não-fumantes.
É válido lembrar que queimar tabaco nunca será seguro, mas é possível criar alternativas de fornecer a nicotina ao fumante. A melhor maneira de evitar doenças provenientes do cigarro é: parar de fumar.
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola
sexta-feira, 11 de março de 2011
Tubarões nadam kilômetros atrás das presas
Fonte: livescience.com
Os tubarões não nadam aleatoriamente em busca de presas para morder. Uma nova pesquisa indica que duas espécies - os tubarões-tigre e tubarões de debulhadora - de algum modo se orientam e nadam em direção a um alvo por longas distâncias. Não está claro como os tubarões se orientam, mas eles parecem intencionalmente viajar longas distâncias. Tubarões-raposa (cação) viajam de meia milha a 1,2 milhas (400 a 1.900 metros), enquanto os tubarões-tigre fazer viagens de pelo menos 3,7 milhas (seis quilômetros) e, possivelmente, mais de cinco milhas (oito quilômetros).
As viagens do tubarão-tigre, em especial, indicam que algo sofisticado se passa na cabeça do animal.
"Mais que as distâncias, isso implica que eles tenham algum tipo de mapa mental os tornam capazes de achar seu caminho", disse o principal autor do estudo, Yannis Papastamatiou, um biólogo marinho do Museu de História Natural da Flórida.
Embora tanto os tubarões-tigre quanto os tubarões-raposa tenham mostrado movimentos objetivos em viagens longas, tubarões galha-preta faziam pequenas pausas e não pareciam se orientar para movimentos de larga escala, de acordo com o estudo, que foi publicado em março uma linha no jornal do Animal Ecology.
Uma vez que eles não sabiam o que os tubarões tinham em mente, os pesquisadores determinaram que os animais estavam se movendo aleatoriamente ou intencionalmente, analisando as rotas que tomaram. Isto incluiu a comparação entre a distância percorrida com aquela prevista por uma equação que descreve uma viagem comparável ao acaso, como também a analise das rotas de cada tubarão em diferentes escalas, de mais longe às mais próximas.
As viagens dos tubarões-tigre foram particularmente interessantes, por eles terem nadado em águas profundas à noite, o que indica que eles não estavam usando sua visão para a navegação. Talvez utilizassem os cheiros e sons como pistas, mas dadas as longas distâncias que eles percorreram, estes sentidos não parecerem os mais adequados.
É possível que os tubarões sejam sensíveis ao campo magnético da Terra e usem esse sentido para orientarem-se durante viagens longas, segundo um dos pesquisadores.
Perda de DNA faz pênis humano ficar sem espinho
Perda de DNA fez pênis do homem ficar sem espinho
Fonte: Folha.com
RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO
Graças
à perda de um fragmento de material genético, o homem escapou de ter espinhos no pênis feitos do mesmo material das unhas, a queratina, como têm os chimpanzés e outros mamíferos, como os gatos.
Os espinhos queratinizados aumentam a sensibilidade táctil do pênis e tornam o coito mais rápido, embora possam machucar a fêmea. Para sorte das mulheres, o pênis do homem é liso.
Esse tipo de pênis sem "acessórios" costuma estar vinculado a espécies monogâmicas e tende a prolongar a relação sexual, criando um maior vínculo entre os parceiros.
A equipe de 13 pesquisadores coordenada por Gill Bejerano e David M. Kingsley, da Universidade Stanford, na Califórnia, resolveu procurar diferenças no material genético do homem, do chimpanzé e de outros macacos.
Uma dessas perdas de DNA eliminou do genoma humano uma sequência ligada a um gene capaz de estimular a produção tanto dos espinhos no pênis como de vibrissas, os "bigodes" de cães e gatos que servem de sensores de tato.
CRÂNIO
Pênis liso, sem bigode de gato e também com cérebro maior: uma outra deleção próxima a um gene supressor de tumores foi correlacionada com o aumento de regiões do cérebro humano.
Chimpanzé e homem têm 96% do genoma em comum. Por isso, descobrir o que há de diferente ajuda a explicar o que significa ser humano em termos de anatomia, fisiologia e comportamento.
O pênis com espinhos é comum em espécies nas quais fêmea e macho têm parceiros múltiplos. Serviriam para remover o sêmen do macho rival ou para machucar a fêmea e impedi-la de querer copular com outro a seguir.
Já na espécie humana, os traços sexuais evoluíram de modo a favorecer a monogamia e a cooperação na criação das crianças.
O homem não tem dentes caninos maiores, como muitos animais; os testículos têm tamanho moderado (embora o pênis humano seja o maior entre os primatas, mesmo comparado ao do gorila); a ovulação não tem sinais exteriores.
A equipe também pesquisou o genoma de uma espécie humana extinta, os neandertais. Como era de se esperar em um ser tão próximo evolutivamente do Homo sapiens --virou clichê dizer que, com terno e gravata, um neandertal não seria notado no metrô--, essa espécie também tinha as deleções genéticas ligadas ao aumento do cérebro e à perda de espinhos penianos.
