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sexta-feira, 11 de março de 2011

Tubarões nadam kilômetros atrás das presas

Alguns tubarões escolhem um alvo e nadam milhas atrás da refeição.

Fonte: livescience.com


Os tubarões não nadam aleatoriamente em busca de presas para morder. Uma nova pesquisa indica que duas espécies - os tubarões-tigre e tubarões de debulhadora - de algum modo se orientam e nadam em direção a um alvo por longas distâncias.

Não está claro como os tubarões se orientam, mas eles parecem intencionalmente viajar longas distâncias. Tubarões-raposa (cação) viajam de meia milha a 1,2 milhas (400 a 1.900 metros), enquanto os tubarões-tigre fazer viagens de pelo menos 3,7 milhas (seis quilômetros) e, possivelmente, mais de cinco milhas (oito quilômetros).

As viagens do tubarão-tigre, em especial, indicam que algo sofisticado se passa na cabeça do animal.

"Mais que as distâncias, isso implica que eles tenham algum tipo de mapa mental os tornam capazes de achar seu caminho", disse o principal autor do estudo, Yannis Papastamatiou, um biólogo marinho do Museu de História Natural da Flórida.

Embora tanto os tubarões-tigre quanto os tubarões-raposa tenham mostrado movimentos objetivos em viagens longas, tubarões galha-preta faziam pequenas pausas e não pareciam se orientar para movimentos de larga escala, de acordo com o estudo, que foi publicado em março uma linha no jornal do Animal Ecology.

Uma vez que eles não sabiam o que os tubarões tinham em mente, os pesquisadores determinaram que os animais estavam se movendo aleatoriamente ou intencionalmente, analisando as rotas que tomaram. Isto incluiu a comparação entre a distância percorrida com aquela prevista por uma equação que descreve uma viagem comparável ao acaso, como também a analise das rotas de cada tubarão em diferentes escalas, de mais longe às mais próximas.

As viagens dos tubarões-tigre foram particularmente interessantes, por eles terem nadado em águas profundas à noite, o que indica que eles não estavam usando sua visão para a navegação. Talvez utilizassem os cheiros e sons como pistas, mas dadas as longas distâncias que eles percorreram, estes sentidos não parecerem os mais adequados.

É possível que os tubarões sejam sensíveis ao campo magnético da Terra e usem esse sentido para orientarem-se durante viagens longas, segundo um dos pesquisadores.

Você envelhece como um babuíno

Pesquisadores compararam dados de sete espécies diferentes de primatas e o envelhecimento lento de humanos não é único na natureza

Fonte: último segundo e livescience.com


Ao contrário do que se imaginava o envelhecimento mais lento dos humanos não é algo único na natureza. Pesquisadores compararam a taxa de mortalidade de humanos e sete outros primatas e constataram que ela é muito semelhante ao de primatas selvagens, que não têm acesso a remédio e tratamentos médicos. O estudo também encontrou respostas para a relação entre mortalidade e monogamia.

De acordo com a autora do estudo, Anne Bronikowski, da Universidade de Iowa (EUA), havia boas razões para acreditar que o envelhecimento humano era único, "Os seres humanos vivem por muitos anos após o período reprodutivo. Se fôssemos como os outros mamíferos, nós começaríamos a morrer de forma bastante rápida depois de chegar na meia-idade. Mas nós não", explicou Bronikowski.

O estudo, que será publicado na edição desta semana do periódico científico Science, concluiu que o envelhecimento nos seres humanos não é evolutivamente diferente de outras espécies de primatas. Foram comparados dados de 3 mil indivíduos de sete espécies diferentes de primatas: macacos capuchinos da Costa Rica, macacos muriquis do Brasil, babuínos e macacos azuis do Quênia, chimpanzés da Tanzânia e gorilas de Ruanda e lêmures de Madagascar. Em geral, os animais experimentaram quase o mesmo tipo de tendências em relação à taxa de mortalidade: um relativo risco de morrer na infância, baixo risco na juventude, e depois um aumento do risco de morrer na velhice – embora os primatas tenham causas de morte diferentes de seres humanos.

Monogamia
Um fato interessante da pesquisa relaciona monogamia e taxa de mortalidade. Os pesquisadores observaram que machos de espécies monogâmicas tendem a envelhecer de maneira semelhante às fêmeas, enquanto que machos poligâmicos apresentam maior taxa de envelhecimento em relação ao sexo feminino.

“Em todas as espécies, com exceção do muriqui, os machos competem entre si para ter acesso a fêmea”, disse Anne. De acordo com o estudo, o motivo pelo qual machos das outras espécies morrem mais cedo que as fêmeas pode estar no estresse provocado pela concorrência.

Perda de DNA faz pênis humano ficar sem espinho

Perda de DNA fez pênis do homem ficar sem espinho

Fonte: Folha.com

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

Graças à perda de um fragmento de material genético, o homem escapou de ter espinhos no pênis feitos do mesmo material das unhas, a queratina, como têm os chimpanzés e outros mamíferos, como os gatos.

Os espinhos queratinizados aumentam a sensibilidade táctil do pênis e tornam o coito mais rápido, embora possam machucar a fêmea. Para sorte das mulheres, o pênis do homem é liso.

Esse tipo de pênis sem "acessórios" costuma estar vinculado a espécies monogâmicas e tende a prolongar a relação sexual, criando um maior vínculo entre os parceiros.

A equipe de 13 pesquisadores coordenada por Gill Bejerano e David M. Kingsley, da Universidade Stanford, na Califórnia, resolveu procurar diferenças no material genético do homem, do chimpanzé e de outros macacos.

Eles queriam achar sequências de DNA que eram mantidas nos chimpanzés e noutros animais, mas deletadas do genoma humano. Foram encontradas 510 regiões deletadas, com fragmentos de DNA capazes de influenciar genes próximos, mas que, com uma exceção, não trazem o código para produzir proteínas.

Uma dessas perdas de DNA eliminou do genoma humano uma sequência ligada a um gene capaz de estimular a produção tanto dos espinhos no pênis como de vibrissas, os "bigodes" de cães e gatos que servem de sensores de tato.

CRÂNIO

Pênis liso, sem bigode de gato e também com cérebro maior: uma outra deleção próxima a um gene supressor de tumores foi correlacionada com o aumento de regiões do cérebro humano.

Chimpanzé e homem têm 96% do genoma em comum. Por isso, descobrir o que há de diferente ajuda a explicar o que significa ser humano em termos de anatomia, fisiologia e comportamento.

O pênis com espinhos é comum em espécies nas quais fêmea e macho têm parceiros múltiplos. Serviriam para remover o sêmen do macho rival ou para machucar a fêmea e impedi-la de querer copular com outro a seguir.

Já na espécie humana, os traços sexuais evoluíram de modo a favorecer a monogamia e a cooperação na criação das crianças.

O homem não tem dentes caninos maiores, como muitos animais; os testículos têm tamanho moderado (embora o pênis humano seja o maior entre os primatas, mesmo comparado ao do gorila); a ovulação não tem sinais exteriores.

A equipe também pesquisou o genoma de uma espécie humana extinta, os neandertais. Como era de se esperar em um ser tão próximo evolutivamente do Homo sapiens --virou clichê dizer que, com terno e gravata, um neandertal não seria notado no metrô--, essa espécie também tinha as deleções genéticas ligadas ao aumento do cérebro e à perda de espinhos penianos.

Homens perderam os espinhos do pênis

Sim, acredite ou não, os homens primitivos possuíam espinhos no pênis!

Fonte: Live science

Hora de agradecer o seu genoma: um novo estudo acha que em algum ponto da nossa evolução histórica, os humanos perderam um trecho do DNA que teria promovido o crescimento de espinhos no pênis.

A perda genética é só uma em um milhão que nos separa de um dos nossos parentes mais próximos dos primatas, o chimpazé, os pesquisadores relatam na Nature de 10 de março deste ano que

A perda genética é apenas um dos milhões que nos separa dos nossos parentes mais próximos dos primatas, o chimpanzé, (Revista Nature). A equipe também denunciou o desaparecimento de um interruptor de crescimento suprimindo genética. Essa perda pode ter contribuído para o aumento do cérebro humano.

Muitos estudos têm enfatizado as semelhanças entre humanos e chimpanzés, nós compartilhamos 96% dos nossos genomas, de acordo com um estudo de 2005 publicado na revista Nature. Mas isso ainda deixa milhões de diferenças genéticas que explicam as diferenças entre nós e nossos primos primatas.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Nasa descobre mil novos planetas e 54 habitáveis

Nasa descobre mais de mil possíveis novos planetas fora do Sistema Solar
Fonte: SRZD

A Nasa revelou que o telescópio espacial Kepler descobriu mais de mil possíveis novas planetas fora do Sistema Solar, sendo que pelo menos 54 podem ter chances de abrigar vida.

Os planetas da chamada "zona habitável" têm estrelas orbitando a uma distância em que não seriam nem quentes e nem frios de mais, bem como poderiam ter água em estado líquido. Esta é uma das condições essenciais para o desenvolvimento e a manutenção da vida.

O Kepler foi lançado em 2009. Ele orbita entre o Sol, a Terra e Marte em procura por planetas similares ao nosso desde 2010.

terça-feira, 8 de março de 2011

Charlie Sheen gira facão no ar e bebe "sangue" após demissão

Fonte: folha.com

O ator Charlie Sheen, 45, reagiu de maneira bastante bizarra à notícia de sua demissão da série "Two And a Half Men", que aconteceu na tarde da última segunda-feira (07/03).

Sheen decidiu comemorar ao lado das atrizes pornôs que vivem com ele em sua casa em uma aparição no prédio do escritório da empresa Live Nation, em Beverly Hills.

Da cobertura do prédio, Sheen saudava seus fãs quando sacou um facão, o qual girou no ar por diversas vezes.

Com a multidão enlouquecida, o ator fingiu beber de uma garrafa que continha "Tiger Blood" (sangue de tigre), uma referência à uma frase polêmica dita por ele em entrevista ao programa "Good Morning America".

Na foto Charlie Sheen e a atriz Kacey Jordan.

Consta que Charlie Sheen tem se envolvido numa série de problemas desde que se separou da sua ex-esposa Brooke Mueller, incluindo atrizes pornôs álcool e drogas, dizem a que o ator assumiu que fumava crack.